Fast-food derruba barreiras para minimizar danos

 

Consumo exagerado de produtos industrializados e fast-food podem ...
O fechamento dos pontos de venda nas ruas, nos shoppings e em outros estabelecimentos comerciais levou as redes de fast food a investirem em “operações de guerra” para minimizar as perdas econômicas geradas pelo isolamento social determinado por conta da pandemia do coronavírus. Se o delivery passou a ser uma alternativa lógica, a estrutura para colocar esta possibilidade de pé em unidades que ainda não trabalhavam com este formato vem exigindo flexibilidade das redes. Além disso, a necessidade de um olhar atento e cuidadoso para os franqueados também entrou na ordem do dia com a extensão de prazos para pagamento de royalties e outras negociações visando redução de danos.

“O mais importante é preservarmos nossos colaboradores e consumidores, uma vez que a orientação é não sair de casa e se alimentar é parte essencial na rotina das pessoas. Nós do Burger King, nos preocupamos e trabalhamos muito nas últimas semanas para aumentar a nossa oferta de delivery em todo o país, disponibilizando para nossos consumidores pedirem Burger King agora através dos três maiores apps do mercado, Uber Eats, Rappi e iFood”, conta Ariel Grunkraut, vice-presidente de marketing do Burger King Brasil.

A rede está trabalhando na implantação do delivery tanto nas lojas próprias, que ainda não possuíam o serviço, quanto nos franqueados, viabilizando um novo canal de vendas para o negócio. A preocupação com os franqueados também entrou na linha de frente do Burger King. Ariel conta que a empresa está prestando  todo o suporte para que os mesmos tenham sucesso na administração de seus restaurantes. “Neste momento delicado, todo o nosso time está trabalhando fortemente para dar suporte a todos seja em negociações com fornecedores, locatários, mas, principalmente, na manutenção da qualidade das nossas operações e preservação de todos os colaboradores e consumidores”, diz.

A rede Giraffas manteve em funcionamento cerca de 74 restaurantes dos 400 que tem em operação no País, seja com delivery ou com retirada para viagem. Segundo Jaime Laranjeiro, diretor de operações da Giraffas, mesmo com a medida, houve queda de 70% no volume de vendas. Apesar de ter o sistema de delivery implantado em cerca de 240 unidades,  não estão todas em operação. “Optamos por esse caminho devido ao alto custo de manutenção da plataforma ativa sem a operação do balcão para diluir suas despesas. Contudo, para restaurantes que têm possibilidade e viabilidade de implantação do delivery, estamos trabalhando em um prazo recorde, de cinco dias, para operar”, revela.

Para auxiliar os franqueados, ele conta que a Giraffas tem um canal de comunicação forte através do qual, no momento, está divulgando, diariamente, informações importantes, orientações e novidades vindas dos sindicatos e Ministério da Economia, em relação à manutenção dos empregos, além das orientações do Ministério da Saúde. “Estamos também em contato com administradores de shoppings e galerias, em negociação de valores de aluguel, condomínios e afins, e vamos auxiliar na prorrogação ou parcelamento de vencimentos dos franqueados com shoppings e fornecedores”, revela o executivo.

Já no caso do Bob´s, a operação de delivery representava em média 10% da receita de toda a empresa e, mesmo sendo hoje o principal canal de venda, não será o suficiente para migrar toda a força de vendas que o balcão tinha. “A manutenção da venda no delivery contribui para minimizar os impactos do fechamento das lojas físicas”, informa Antonio Detsi, diretor geral do Bob’s.  A rede ainda flexibilizou as premissas para introdução de pontos de venda neste formato, mas a efetivação depende também das plataformas de entrega, que tiveram um aumento dessa demanda superior a sua capacidade operacional, explica o diretor do Bob’s. “Assim, estamos focados em iniciar essas operações no curto prazo”, afirma.  Ele conta ainda que para administrar as dificuldades dos franqueados foi elaborado um comitê que faz conferências diárias para abordar diversos temas, além de outras semanais para passar o status da rede e solucionar dúvidas.

Royalties

O pagamento de royalties também se apresenta como uma grande preocupação para os franqueados em meio à crise causada pela pandemia do coronavírus. Para amenizar este quadro, o time de expansão do Burger King atua junto aos empreendimentos e franqueados para renegociações. “Disponibilizamos nosso departamento jurídico para esclarecimento de dúvidas e estamos intercedendo junto à BKC, dona da marca globalmente, em nome dos nossos franqueados”, revela Ariel. Já a Giraffas comunicou a todos os franqueados que os royalties referentes aos meses de março e abril deverão ser pagos em parcelas mensais, apenas após o próximo mês de julho. “Também prorrogamos o pagamento do Fundo de Marketing para o segundo semestre”, conta Jaime. O Bob’s informou apenas que está agindo com extremo bom senso em todas as formas de relacionamento com franqueados, considerando a questão dos royalties e também em outras frentes.

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